
Vivendo e Compartilhando Jesus
SOBRE A IGREJA
Localizada no bairro da Ponta da Praia, em Santos, é um lugar acolhedor, onde todos são bem-vindos para participar ativamente da vida em comunhão com Deus e para adorar a Deus com alegria e fé.
"Uma igreja acolhedora que caminha junto com a comunidade, vivendo e compartilhando amor, fé e adoração a Deus.""Mais que uma igreja, uma família!
Na @ibponta, somos acolhidos para crescer juntos na fé,
servir à comunidade e glorificar a Deus!"
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PASTORAL
Como ser um pacificador
“Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus” Mt 5:9.Infelizmente é impossível não haver conflitos, por causa do orgulho, que é resultado da nossa natureza carnal pecaminosa. Mas é plenamente possível resolvê-los em todas as áreas de relacionamento,como família, igreja, entre outras, na nossa sociedade. Como podemos fazê-lo?Primeiramente: Faça tudo para a glória de Deus. 1Coríntios 10:31 diz: “Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus”. Neste momento devemos refletir em como podemos agradar e honrar a Deus numa situação em que haja conflito entre você e o seu próximo! Se você vencer no conflito, a glória é sua; se o seu irmão vencer, a glória é dele.Mas, se houver a reconciliação, em amor, a glória é de Deus.Em segundo lugar: Tire primeiro a trave do seu olho. Mt 7:5 diz: “Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão”.Agora você deve pensar emcomo mostrar a obra de Jesus em sua vida, refletindo e assumindo a responsabilidade pela sua contribuição a esse conflito. Lembre-se: em um conflito ninguém está certo. Nosso Senhor mostrou isso na sua vida terrena.Em terceiro lugar: Restaure-se mansamente. Gl 6:1:“Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais, deverão restaurá-lo com mansidão. Cuide-se, porém, cada um para que também não seja tentado”.Neste momento você deve refletir em como pode servir aos outros, com amor, ajudando-os a assumir a responsabilidade pela sua contribuição no conflito. Alguns precisam de você para tirar o cisco do olho deles, mas com amor.Em quarto lugar: Vá e reconcilie-se. Mt 5:24 “Deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois volte e apresente sua oferta”.Agora você deve pensar em como poderá demonstrar o perdão de Deus e encorajar uma solução razoável para este conflito. Em um conflito ninguém está certo, pois quem sofre é a família, a igreja... Nunca é só um indivíduo.Além disso, a reconciliar-se é tão importante, que até sua oferta Deus rejeita se não houver a reconciliação.Porque devo ser um pacificador? O texto de Mt 5:9 diz: “...pois são chamados filhos de Deus”. Nosso Senhor é um pacificador.Se Ele é seu Senhor de fato, a prova é que você obedece aos seus ensinamentos. Seja um pacificador para a glória de Deus.
Pr. Ezequias F da Costa
Inspirado e adaptado do livro O pacificador, Ken Sande.
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A VISÃO DA IGREJA DE CRISTO
A visão da Igreja Batista da Ponta da Praia é cumprir a Grande Comissão conforme o texto:"Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo que Eu lhes ordenei. E Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos". Mateus 28.19-20Devemos compreender o significado dos quatro verbos contidos nesse texto (ir, discipular, batizar e ensinar).Portanto "vão": enquanto nós estamos indo (no trabalho, escola, faculdade, vizinhança e outros) façam discípulos. Esse é o único verbo no imperativo que expressa uma ordem, todo crente deve fazer discípulos.Como? Batizando: compartilhando Jesus aos não crentes a fim de que se convertam e, ensinando e ajudando os crentes mais fracos a amadurecerem espiritualmente. A isso chamamos compartilhar Jesus.Como cumpriremos a Grande Comissão que é a nossa missão? Está no nosso propósito que é vivendo Jesus.
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O PROPÓSITO DA IGREJA DE CRISTO
A igreja precisa, obrigatoriamente, "ser" (Viver Jesus) para depois "fazer" (Compartilhar Jesus), assim sendo, a Igreja Batista da Ponta da Praia tem como propósito:1- Exaltar o Salvador
Que garantirá saúde espiritual (Cl 1.18), aquecerá a igreja através da comunhão (1Jo 1.4-7) e fortalecerá através de uma liderança contundente (At 20.28; 1 Pe 5.14; 1 Ts 5.11-13).2 - Equipar os santos
Delegando responsabilidades aos membros (Ef 4.11-12), liberando o poder dos dons espirituais (Rm 12.6-8) e organizando para ser eficiente na delegação de atribuições.3 - Evangelizar o homem
Todos os dons devem ser utilizados para o evangelismo. A equipagem dos crentes deve visar o evangelismo, sendo capacitados pelo Espirito Santo.Com esse propósito poderemos viver Jesus e também compartilha-Lo. Dessa forma, o nosso objetivo como igreja de Cristo é viver e compartilhar Jesus.
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PRINCÍPIOS BATISTAS
A Autoridade
1. Cristo como SenhorA fonte suprema da autoridade cristã é o Senhor Jesus Cristo. Sua soberania emana da eterna divindade e poder – como o unigênito filho do Deus Supremo – de sua redenção vicária e ressurreição vitoriosa...
O Indivíduo
1. Seu valorA Bíblia revela que cada ser humano é criado à imagem de Deus; é único, precioso e insubstituível. Criado ser racional, cada pessoa é moralmente responsável perante Deus e o próximo. O homem, como indivíduo, é distinto de todas as outras pessoas...
A Vida Cristã
1. A salvação pela graçaA graça é a provisão misericordiosa de Deus para a condição do homem perdido. O homem no seu estado natural é egoísta e orgulhoso; ele está na escravidão de Satanás e espiritualmente morto em transgressões e pecados...
A Igreja
1. Sua naturezaNo Novo Testamento o termo igreja é usado para designar o povo de Deus na sua totalidade, ou só uma assembleia local. A igreja é uma comunidade fraterna das pessoas redimidas por Cristo Jesus, divinamente chamadas, divinamente criadas, e feitas uma só debaixo do governo soberano de Deus...
A Nossa Tarefa Contínua
1. A centralidade do indivíduoOs batistas, historicamente, têm exaltado o valor do indivíduo, dando-lhe um lugar central no trabalho das igrejas e da denominação. Essa distinção, entretanto, está em perigo nestes dias de automatismo e pressões para o conformismo...
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O PACTO DAS IGREJAS
Tendo sido levado pelo Espírito Santo a aceitar a Jesus Cristo como único e suficiente Salvador, e tendo sido batizados, sob profissão de fé, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, decidimos - nos unânimes, como um corpo em Cristo, firmado solene e alegremente, na presença de Deus e desta congregação, o seguinte e Pacto:Comprometemo-nos a, auxiliados pelo Espírito Santo, andar sempre unidos no amor cristão; trabalhar para que esta igreja cresça no conhecimento da Palavra, na santidade, no conforto mutuo a na espiritualidade; manter os seus cultos, suas doutrinas, suas ordenanças e sua disciplina; contribuir liberalmente para o sustento do ministério, para as despesas da igreja, para o auxílio dos pobres a para a propaganda do evangelho em todas as nações.Comprometendo-nos também a manter uma devoção particular, a evitar e condenar todos os vícios, a educar religiosamente nossos filhos, a procurar a salvação de todo o mundo, a começar dos nossos parentes, amigos e conhecidos; a ser corretos em nossas transações, fiéis em nossos compromissos e exemplares em nossa conduta e ser diligentes nos trabalhos seculares, evitar a detração, a difamação e a ira, sempre e em tudo visando a expansão do reino do nosso Salvador. Além disso, comprometemo-nos a ter cuidado uns dos outros; a lembrar-nos uns dos outros nas orações; ajudar mutuamente nas enfermidades e necessidades; cultivar relações francas e a delicadeza no trato; estar prontos a perdoar as ofensas, buscando, quando possível, a paz com todos os homens.Finalmente comprometemo-nos a, quando sairmos desta localidade para outra, unir-nos a uma outra igreja da mesma fé e ordem, em que possamos observar os princípios da Palavra de Deus e o espírito deste Pacto. O Senhor nos abençoe e nos proteja para que sejamos fiéis e sinceros até a morte.
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PASSOS PARA PAZ COM DEUS
4 Leis Espirituais
1. Lei Espiritual
Deus AMA você e oferece um Plano maravilhoso para a sua vida.
O Amor de Deus: "Com amor eterno te amei; também com amável benignidade te atraí." (Jeremias 31.3).
O Plano de Deus: "eu vim [disse Jesus] para que tenham vida e a tenham com abundância." (Isto é uma vida plena e significante).
Mas, se é assim, por que a grande maioria das pessoas não experimentam uma vida abundante?2. Lei Espiritual
O Homem é PECADOR e está SEPARADO de Deus Por isso ele não pode conhecer o AMOR de Deus nem experimentar o seu PLANO para a sua vida.
O Homem é Pecador: "pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus" (Romanos 3.23).
O Homem está separado: "Porque o salário do pecado é a morte" (separação espiritual de Deus) (Romanos 6.23).
Deus é santo e o homem é pecador. Um grande abismo separa os dois. O homem está continuamente procurando alcançar a Deus e a vida abundante, através de seus próprios esforços: vida reta, boas obras, religião, filosofias, etc...
A Terceira Lei nos mostra a única resposta para o problema dessa separação...3. Lei Espiritual
Jesus Cristo é a ÚNICA provisão de Deus para o pecado do homem. Através dele você pode conhecer o AMOR de Deus e experimentar o PLANO de Deus na sua vida.
Ele é Único: `"Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, ... e apareceu a Pedro* e depois aos Doze.Depois disso apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez..." (1 Coríntios 15.3-6).
Ele é o Único Caminho para Deus: "Respondeu Jesus: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim." (João 14.6);
Deus tomou a iniciativa de ligar o abismo que nos separa dele ao enviar seu Filho, Jesus Cristo, para morrer na cruz em nosso lugar, pagando o preço de nossos pecados.
Mas não é suficiente conhecer essas três leis...4. Lei Espiritual
Nós necessitamos RECEBER Jesus Cristo como Salvador e Senhor INDIVIDUALMENTE; então poderemos conhecer o AMOR de Deus e experimentar o Seu PLANO para as nossa vidas.
É preciso receber a Cristo: "Contudo, aos que a receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus" (João 1.12).
É através da Fé que recebemos a Cristo: "Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2.8,9).
Quando nós recebemos a Cristo, experimentamos um novo nascimento. Leia João 3.1-8:1 Havia, entre os fariseus, um homem chamado Nicodemos, um dos principais dos judeus.
2 Este, de noite, foi ter com Jesus e lhe disse: Rabi, sabemos que és Mestre vindo da parte de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não estiver com ele.
3 A isto, respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.
4 Perguntou-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, voltar ao ventre materno e nascer segunda vez?
5 Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus.
6 O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito.
7 Não te admires de eu te dizer: importa-vos nascer de novo.
8 O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito.É convidando pessoalmente que recebemos a Cristo: "Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo" (Apocalipse 3.20).
Receber a Cristo implica arrependimento, significa deixar de confiar em nossa capacidade para nos salvar, crendo que Cristo é o único que pode perdoar nossos pecados. Apenas saber que Jesus Cristo é o Filho de Deus e que morreu na cruz pelos nossos pecados, não é suficiente. É necessário receber a Cristo pela fé, por meio de uma decisão pessoal.
Esses dois círculos representam dois tipos de vida:VIDA CONTROLADA PELO "EU"
O "EU" no centro da vida. Cristo fora da vida. Interesses controlados pelo "EU", geralmente, causando discórdias e frustrações.VIDA CONTROLADA POR CRISTO
CRISTO no centro da vida. O "EU" fora do centro. Interesses controlados por Cristo, resultando em harmonia com o plano de Deus.Qual dos dois círculos representa melhor sua vida?
Qual deles você gostaria que representasse sua vida?VOCÊ PODE RECEBER A CRISTO AGORA MESMO EM ORAÇÃO (orar é falar com Deus).Deus conhece seu coração e está mais interessado na atitude de seu coração do que em suas palavras. A oração seguinte serve como exemplo:
"Jesus, eu preciso do Senhor. Abro a porta da minha vida e O recebo como meu Salvador e Senhor. Obrigado por ter morrido na cruz para perdoar meus pecados, por me dar a vida eterna, e por me aceitar como eu sou. Toma conta da minha vida e faça de mim a pessoa que deseja que eu seja. Amém".Você gostaria de receber Cristo agora? Se for assim, faça essa oração e Cristo entrará em sua vida, como prometeu.
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MINISTÉRIO DE LOUVOR

Objetivos do Ministério de Louvor:- Fortalecer a fé das pessoas;
- Inspirar o crescimento espiritual;
- Conduzir a igreja em momentos de adoração;
- Desenvolver e fortalecer uma abordagem bíblica e contextualizada do Louvor e Adoração;
- Promover crescimento técnico na área da música;
- Incentivar o crescimento técnico e espiritual;
- Transmitir ensinos bíblicos a respeito do louvor e adoração.
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MINISTÉRIO DE MISSÕES
A missão da igreja deve ser cumprir o "Ide e fazei discípulos" que JESUS ordenou. Ore, contribua e participe deste ministério!
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JUPO - Juventude da Ponta
Juventude da @ibpontaJuntos buscando acertar o alvo!
Adolescentes da @ibpontaSempre buscando mais conexão com o coração de Deus!- GPs todas as sextas-feiras às 19h30
- Queremos você com a gente!
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MINISTÉRIO DE EVANGELISMO
"O departamento de evangelismo tem a função de, junto com a igreja, ensinar, viver e compartilhar o evangelho individualmente e em equipe.
E disse-lhes: "vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado". Mc 16:15-16.
Matheus Silva e Daniel Carvalho
Líderes de Evangelismo
I - O QUE É EVANGELISMO ?
Evangelismo é o ato de anunciar as Boas Novas do evangelho. A eficiência da anunciação do evangelho (Profissão de Fé) depende da prática do evangelho (Confissão de Fé) que dá autoridade e poder a mensagem transmitida.II - QUAL A RELEVÂNCIA DO EVANGELHO PARA A IGREJA ?
Antes do nosso Senhor voltar para o céu, Ele fez duas recomendações especiais, uma para o crente (indivíduo) e outra para os crentes (igreja local). Aos crentes ele recomenda o que lemos em Mateus 28.19-20 "Portanto Ide", que é melhor traduzido assim: enquanto vocês estão indo (no trabalho, na vizinhança, na faculdade), façam discípulos. Este é o único verbo no imperativo do texto.Como fazer discípulos?
Batizando: falando de Jesus aos não crentes.
Ensinando: ajudando o novo crente a crescer na fé.É responsabilidade espiritual de cada cristão, as pessoas que estão ao seu redor (no trabalho, na vizinhança, na faculdade). À igreja, nosso Senhor recomenda o que está em Atos 1.8 "
"e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra" (nossa Jerusalém é o bairro onde estamos localizados; e os bairros vizinhos).Por tanto é responsabilidade espiritual de cada igreja saturar o seu bairro e também os bairros vizinhos com a mensagem do evangelho. A relevância do evangelismo na igreja depende de como o cristão e/ou a igreja vê os perdidos, como simples desafortunados ou como responsabilidade espiritual. Porém, devemos considerá-los nossa responsabilidade espiritual!
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MINISTÉRIO DE GRUPOS PEQUENOS
AGRUPANDO E MULTIPLICANDO
A igreja tem propósitos e objetivos a serem alcançados como Corpo de Cristo. De acordo com o pastor Rick Warren, devemos conhecer e amar a Deus, amar uns aos outros, crescer espiritualmente para tornar-se semelhante a Cristo, usar dons e talentos a serviço do Mestre e alcançar vidas com a mensagem de salvação.Os grupos pequenos são formados para facilitar o cumprimento desses propósitos. Não é a igreja que está sendo dividida, mas é multiplicando as oportunidades, a fim de permitir que sejamos bênçãos na vida dos irmãos e que estes sejam abençoadores de nossas vidas.Na Igreja Primitiva, "partiam o pão em suas casas, juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus... e o Senhor lhes acrescentava diariamente os que iam sendo salvos." Atos 2:46,47 NVIO Senhor Jesus ensinava às multidões, mas também tinha seus momentos íntimos com os discípulos. Em I Coríntios 1:9 lemos: "Fiel é Deus, o qual os chamou à comunhão com seu filho Jesus Cristo, nosso Senhor. A comunhão, "koinonia" tem a ver com a relação pessoal que os cristãos desfrutam com Deus e com os outros por causa da unidade em Jesus Cristo.Nos Grupos Pequenos, Grupos Familiares, Células, não importa como chamamos, temos a maravilhosa experiência de VER as pessoas como alguém especial, com uma família, problemas, necessidades, alegrias, tristezas. Na realidade, alguém até pode sentar-se ao lado do outro e não "VÊ-LO" com os olhos de Deus. Na reunião do grupo também pode-se OUVIR melhor as pessoas. Isto ajudará a conhece-las, conquistá-las, saber de suas emoções, seus anseios. Esse "ouvir" deve ser com eficiência, sem pressa nem causando constrangimento aquele que fala de si. No Grupo ainda pode-se AMAR as pessoas como indivíduos amados por Jesus, com o amor do Pai. Haverá exercício de compaixão, perdão, incentivo.Através de cada um, Deus poderá tocar outros e ampliar esse toque aos familiares, amigos, vizinhos, que não irão à igreja, mas irão à casa de amigo ou parente. Deus não quer que sejamos isolados, não é possível praticar a comunhão sozinho, nem com a multidão.Nos Pequenos Grupos pode-se resgatar o que o apóstolo Paulo ensinou em Filipenses 2:2 –"Então peço que me deem a grande satisfação de viverem em harmonia, tendo um mesmo amor e sendo unidos de alma e mente." NTLHA Igreja Batista da Ponta da Praia conta com Grupos Pequenos de Adolescentes, Jovens mais novos e mais velhos, adultos, grupos heterogêneos, as pessoas podem escolher onde se adaptam melhor. São encontros semanais direcionados a crentes e não crentes, onde há louvor, adoração, estudo bíblico, orações e comunhão. Todos são abençoados, compartilhando suas vidas, edificando-se uns aos outros, tanto na área emocional quanto na espiritual.Ninguém deve ficar de fora. Junte-se a um Grupo Pequeno da IBPP.
Oscarlina Santos Cabral Ribeiro
Líder do Ministério de Grupos Pequenos
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MINISTÉRIO DE AÇÃO SOCIAL
"Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus" - Mateus 5:9.Infelizmente é impossível não haver conflitos, por causa do orgulho, que é resultado da nossa natureza carnal pecaminosa. Mas é plenamente possível resolvê-los em todas as áreas de relacionamento, como família, igreja, entre outras, na nossa sociedade. Como podemos fazê-lo?Primeiramente: Faça tudo para a glória de Deus. 1 Coríntios 10:31 diz: "Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus". Neste momento devemos refletir em como podemos agradar e honrar a Deus numa situação em que haja conflito entre você e o seu próximo! Se você vencer no conflito, a glória é sua; se o seu irmão vencer, a glória é dele. Mas, se houver a reconciliação, em amor, a glória é de Deus.Em segundo lugar: Tire primeiro a trave do seu olho. Mt 7:5 diz: "Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão".Agora você deve pensar em como mostrar a obra de Jesus em sua vida, refletindo e assumindo a responsabilidade pela sua contribuição a esse conflito. Lembre-se: em um conflito ninguém está certo. Nosso Senhor mostrou isso na sua vida terrena.Em terceiro lugar: Restaure-se mansamente. Gl 6:1: "Irmãos, se alguém for surpreendido em algum pecado, vocês, que são espirituais, deverão restaurá-lo com mansidão. Cuide-se, porém, cada um para que também não seja tentado".Neste momento você deve refletir em como pode servir aos outros, com amor, ajudando-os a assumir a responsabilidade pela sua contribuição no conflito. Alguns precisam de você para tirar o cisco do olho deles, mas com amor.Em quarto lugar: Vá e reconcilie-se. Mt 5:24 "Deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois volte e apresente sua oferta".Agora você deve pensar em como poderá demonstrar o perdão de Deus e encorajar uma solução razoável para este conflito. Em um conflito ninguém está certo, pois quem sofre é a família, a igreja... Nunca é só um indivíduo. Além disso, a reconciliar-se é tão importante, que até sua oferta Deus rejeita se não houver a reconciliação.Por que devo ser um pacificador? O texto de Mt 5:9 diz: "... pois são chamados filhos de Deus". Nosso Senhor é um pacificador. Se Ele é seu Senhor de fato, a prova é que você obedece aos seus ensinamentos. Seja um pacificador para a glória de Deus.
Pr. Ezequias F da Costa
Inspirado e adaptado do livro O pacificador, Ken Sande.
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MINISTÉRIO PASTORAL
Pastor Ezequias Fernandes da Costa, nascido em 12 de março de 1963, Cubatão, São Paulo. Filho de Ernani Fernandes da Costa e Juracy Luiza da Costa.O pastor Ezequias foi batizado em 30 de outubro de 1976, na Primeira Igreja Batista de Cubatão, pelo Pastor Anatoli Pirilampo Moreira da Silva. Sentiu-se chamado para o Ministério Pastoral em 1989, quando começou a preparar-se para o ministério que o Senhor havia escolhido.Em 1992 iniciou seus estudos no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, e em 1995 obteve o Grau de Bacharel em Teologia, com especialização, nas áreas Pastoral e de Exegese (interpretação nas línguas originais, Grego e Hebraico). Pós- graduado em capelania pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil (1995).Foi ordenado ao ministério Pastoral em 04 de novembro de 1995 na PIB de Cubatão, sendo convidado também a exercer a função de Pastor Auxiliar, onde ficou por um ano. Em 16 de novembro de 1996 foi convidado pela PIBS para iniciar um "trabalho" no Parque Continental, hoje Igreja Batista no Parque Continental.Em 11 de novembro de 2000, assumiu o pastorado da Igreja Batista da Ponta da Praia, em Santos, onde permanece como pastor e presidente. Em 2005 concluiu seu treinamento em aconselhamento Bíblico Pelo NUTRA (Núcleo de Treinamento, Recursos e Aconselhamento Bíblico), mestre em aconselhamento cristão e atualmente está cursando Doutorado pelo Seminário Teológico Servo de Cristo.É casado com Arlete Cristina Souza Fernandes da Costa, que é formada em Direito e Secretariado Bilíngue. O casal tem três filhos: Janaína Cristina Souza Fernandes da Costa, Alexandre Souza Fernandes da Costa e Nicole Souza Fernandes da Costa.
Palavras do Pastor:"Não estamos dispostos a dar menos que a nossa própria vida por esta igreja, assim como nosso Senhor também o fez. Que Deus nos ajude a realizar este nosso maior desejo". Amém.
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MULTIMINISTÉRIO DORCAS
Divisa: 1 Pedro 4:10 "Cada um exerça o dom que recebeu para servir os outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas multiplas formas ".
Trabalho artesanal, que teve início em 2001. Atualmente contamos com a ajuda de sete professoras voluntárias, e cerca de 70 alunas.Cursos Oferecidos:
-Bordado;
-Crochê;
-Pintura em Tecido;
-Corte e Costura;
-Tricô.Missão:
Compartilhar o amor de Deus através de seus ensinamentos, fortalecendo o crescimento espiritual da comunidade.Objetivos:
Oferecer aulas de artesanato para a comunidade da Ponta da Praia e bairros adjacentes, para que os mesmos possam passar o conhecimento adiante e tirar do artesananto o sustento de sua família, caso seja necessário; ao mesmo tempo, a medida em que se identificam com o trabalho, aumentam sua autoestima, capacidade de produção, habilidades, fortalecem os laços de amizade e partilham das diferenças culturais.Metas:
-Evangelização;
-Informação com palestras sobre temas atuais;
-Incentivo do trabalho artesanal.
Ediméia Alves Manzoli Trovati
Líder do Multiministério Dorcas
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EVENTOS
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localização e contato
Email: [email protected] (secretaria)
[email protected] (comunicação)Telefone / Whatsapp: (13) 3261-2719Rua Professor Carlos Escobar, 22
Ponta da Praia - Santos/SP - Brasil
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MINISTÉRIO INFANTIL - PONTA KIDS

Objetivo:Ser um ministério que conduza as crianças através de um ensino e vivência coletiva na igreja a crer em Jesus como seu Salvador, a desenvolver um relacionamento com Deus, construir um conhecimento bíblico que promova o crescimento espiritual e o testemunho da sua fé.Além disso, nos esforçamos ao máximo para preparar nossos professores e auxiliares, provendo de todas as ferramentas possíveis para que as aulas sejam as mais proveitosas possíveis. Desde cursos preparatórios, material pedagógico e estrutural.Para nós do Ponta Kids, as crianças não são o futuro da igreja. Elas são o presente.
Alyne Vicari e Patrícia Lima
Líderes do Ministério Infantil Ponta Kids
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A Autoridade
1. Cristo como SenhorA fonte suprema da autoridade cristã é o Senhor Jesus Cristo. Sua soberania emana da eterna divindade e poder – como o unigênito filho do Deus Supremo – de sua redenção vicária e ressurreição vitoriosa. Sua autoridade é a expressão de amor justo, sabedoria infinita e santidade divina, e se aplica à totalidade da vida. Dela procede a integridade do propósito cristão, o poder da dedicação cristã, a motivação da lealdade cristã. Ela exige a obediência aos mandamentos de Cristo, dedicação ao seu serviço, fidelidade ao seu reino e a máxima devoção à sua pessoa, como o Senhor vivo. A suprema fonte de autoridade é o Senhor Jesus Cristo, e toda a esfera da vida está sujeita à sua soberania.2. As EscriturasA Bíblia fala com autoridade porque é a palavra de Deus. É a suprema regra de fé e prática porque é testemunha fidedigna e inspirada dos atos maravilhosos de Deus através da revelação de si mesmo e da redenção, sendo tudo patenteado na vida, nos ensinamentos e na obra salvadora de Jesus Cristo. As Escrituras revelam a mente de Cristo e ensinam o significado de seu domínio. Na sua singular e una revelação da vontade divina para a humanidade, a Bíblia é a autoridade final que atrai as pessoas a Cristo e as guia em todas as questões de fé cristã e dever moral. O indivíduo tem que aceitar a responsabilidade de estudar a Bíblia, com a mente aberta e com atitude reverente, procurando o significado de sua mensagem através de pesquisa e oração, orientando a vida debaixo de sua disciplina e instrução. A Bíblia como revelação inspirada da vontade divina, cumprida e completada na vida e nos ensinamentos de Jesus Cristo é a nossa regra autorizada de fé e prática.3. O Espírito SantoO Espírito Santo é a presença ativa de Deus no mundo e, particularmente, na experiência humana. É Deus revelando sua pessoa e vontade ao homem. O Espírito, portanto, é a voz da autoridade divina. É o Espírito de Cristo, e sua autoridade é a vontade de Cristo. Visto que as Escrituras são produto de homens que, inspirados pelo Espírito, falaram por Deus, a verdade da Bíblia expressa a vontade do Espírito, compreendida pela iluminação do mesmo. Ele convence os homens do pecado, da justiça e do juízo, tornando, assim, efetiva a salvação individual, através da obra salvadora de Cristo. Ele habita no coração do crente, como advogado perante Deus e intérprete para o homem. Ele atrai o fiel para a fé e a obediência e, assim, produz na sua vida os frutos da santidade e do amor. O Espírito procura alcançar vontade e propósito divinos entre os homens. Ele dá aos cristãos poder e autoridade para o trabalho do reino e santifica e preserva os redimidos, para o louvor de Cristo; exige uma submissão livre e dinâmica à autoridade de Cristo, e uma obediência criativa e fiel à palavra de Deus. O Espírito Santo é o próprio Deus revelando sua pessoa e vontade aos homens. Ele, portanto, interpreta e confirma a voz da autoridade divina.
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O Indivíduo
1. Seu valorA Bíblia revela que cada ser humano é criado à imagem de Deus; é único, precioso e insubstituível. Criado ser racional, cada pessoa é moralmente responsável perante Deus e o próximo. O homem, como indivíduo, é distinto de todas as outras pessoas. Como pessoa, ele é unido aos outros no fluxo da vida, pois ninguém vive nem morre por si mesmo. A Bíblia revela que Cristo morreu por todos os homens. O fato de ser o homem criado à imagem de Deus, e de Jesus Cristo morrer para salvá-lo, é a fonte da dignidade e do valor humano. Ele tem direitos, outorgados por Deus, de ser reconhecido e aceito como indivíduo sem distinção de raça, cor, credo, ou cultura; de ser parte digna e respeitada da comunidade; de ter a plena oportunidade de alcançar o seu potencial. Cada indivíduo foi criado à imagem de Deus e, portanto, merece respeito e consideração como uma pessoa de valor e dignidade infinita.2. Sua competênciaO indivíduo, porque criado à imagem de Deus, torna-se responsável por suas decisões morais e religiosas. Ele é competente, sob a orientação do Espírito Santo, para formular a própria resposta à chamada divina ao evangelho de Cristo, para a comunhão com Deus, para crescer na graça e no conhecimento de nosso Senhor. Estreitamente ligada a essa competência está a responsabilidade de procurar a verdade e, encontrando-a, agir conforme essa descoberta, e partilhar a verdade com outros. Embora não se admita coação no terreno religioso, o cristão não tem a liberdade de ser neutro em questões de consciência e convicção. Cada pessoa é competente e responsável perante Deus, nas próprias decisões e questões morais e religiosas.3. Sua liberdadeOs batistas consideram como inalienável a liberdade de consciência, a plena liberdade de religião de todas as pessoas. O homem é livre para aceitar ou rejeitar a religião; escolher ou mudar sua crença; propagar e ensinar a verdade como a entenda, sempre respeitando direitos e convicções alheios; cultuar a Deus tanto a sós quanto publicamente; convidar outras pessoas a participarem nos cultos e outras atividades de sua religião; possuir propriedade e quaisquer outros bens necessários à propagação de sua fé. Tal liberdade não é privilégio para ser concedido, rejeitado ou meramente tolerado – nem pelo Estado, nem por qualquer outro grupo religioso – é um direito outorgado por Deus. Cada pessoa é livre perante Deus em todas as questões de consciência e tem o direito de abraçar ou rejeitar a religião, bem como de testemunhar sua fé religiosa, respeitando os direitos dos outros.
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A Vida Cristã
1. A salvação pela graçaA graça é a provisão misericordiosa de Deus para a condição do homem perdido. O homem no seu estado natural é egoísta e orgulhoso; ele está na escravidão de Satanás e espiritualmente morto em transgressões e pecados. Devido à sua natureza pecaminosa, o homem não pode salvar-se a si mesmo. Mas Deus tem uma atitude benevolente em relação a todos, apesar da corrupção moral e da rebelião. A salvação não é o resultado dos méritos humanos, antes emana de propósito e iniciativa divinos. Não vem através de mediação sacramental, nem de treinamento moral, mas como resultado da misericórdia e poder divinos. A salvação do pecado é a dádiva de Deus através de Jesus Cristo, condicionada, apenas, pelo arrependimento em relação a Deus, pela fé em Jesus Cristo, e pela entrega incondicional a Ele como Senhor. A Salvação, que vem através da graça, pela fé, coloca o indivíduo em união vital e transformadora com Cristo, e se caracteriza por uma vida de santidade e boas obras. A mesma graça, por meio da qual a pessoa alcança a salvação, dá certeza e a segurança do perdão contínuo de Deus e de seu auxílio na vida cristã. A salvação é dádiva de Deus através de Jesus Cristo, condicionada, apenas, pela fé em Cristo e rendição à soberania divina.2. As exigências do discipuladoO aprendizado cristão inicia-se com a entrega a Cristo, como Senhor. Desenvolve-se à proporção que a pessoa tem comunhão com Cristo e obedece aos seus mandamentos. O discípulo aprende a verdade em Cristo, somente por obedecê-la. Essa obediência exige a entrega das ambições e dos propósitos pessoais e a obediência à vontade do Pai. A obediência levou Cristo à cruz e exige de cada discípulo que tome a própria cruz e siga a Cristo. O levar a cruz, ou negar-se a si mesmo, expressa-se de muitas maneiras na vida do discípulo. Este procurará, primeiro, o reino de Deus. Sua lealdade suprema será a Cristo. Ele será fiel em cumprir o mandamento cristão. Sua vida pessoal manifestará autodisciplina, pureza, integridade e amor cristão, em todas as relações que tem com os outros. O discipulado é completo. As exigências do discipulado cristão estão baseadas no reconhecimento da soberania de Cristo, relacionam-se com a vida em um todo e exigem obediência e devoção completas.3. O sacerdócio do crenteCada homem pode ir diretamente a Deus em busca de perdão, através do arrependimento e da fé. Ele não necessita para isso de nenhum outro indivíduo, nem mesmo da igreja. Há um só mediador entre Deus e os homens, Jesus. Depois de tornar-se crente, a pessoa tem acesso direto a Deus, através de Jesus Cristo. Ela entra no sacerdócio real que lhe outorga o privilégio de servir a humanidade em nome de Cristo. Deverá partilhar com os homens a fé que acalenta e servi-los em nome e no espírito de Cristo. O sacerdócio do crente, portanto, significa que todos os cristãos são iguais perante Deus e na fraternidade da igreja local. Cada cristão, tendo acesso direto a Deus através de Jesus Cristo, é seu próprio sacerdote e tem a obrigação de servir de sacerdote de Jesus Cristo em benefício de outras pessoas.4. O cristão e seu larO lar foi constituído por Deus como unidade básica da sociedade. A formação de lares verdadeiramente cristãos deve merecer o interesse particular de todos. Devem ser constituídos da união de dois seres cristãos, dotados de maturidade emocional, espiritual e física e unidos por um amor profundo e puro. O casal deve partilhar ideais e ambições semelhantes e ser dedicado à criação dos filhos na instrução e disciplina divinas. Isso exige o estudo regular da Bíblia e a prática do culto doméstico. Nesses lares o espírito de Cristo está presente em todas as relações da família. As igrejas têm a obrigação de preparar jovens para o casamento, treinar e auxiliar os pais nas suas responsabilidades, orientar pais e filhos nas provações e crises da vida, assistir àqueles que sofrem em lares desajustados, e ajudar os enlutados e encanecidos a encontrarem sempre um significado na vida. O lar é básico, no propósito de Deus, para o bem-estar da humanidade, e o desenvolvimento da família deve ser de supremo interesse para todos os cristãos.5. O cristão como cidadãoO cristão é cidadão de dois mundos – o reino de Deus e o estado político – e deve obedecer à lei de sua pátria terrena, tanto quanto à lei suprema. No caso de ser necessária uma escolha, o cristão deve obedecer a Deus antes que ao homem. Deve mostrar respeito para com aqueles que interpretam a lei e a põem em vigor, e participar ativamente na vida social, econômica e política com o espírito e princípios cristãos. A mordomia cristã da vida inclui tais responsabilidades como o voto, o pagamento de impostos e o apoio à legislação digna. O cristão deve orar pelas autoridades e incentivar outros cristãos a aceitarem a responsabilidade cívica, como um serviço a Deus e à humanidade. O cristão é cidadão de dois mundos – o reino de Deus e o estado – e deve ser obediente à lei do seu país tanto quanto à lei suprema de Deus.
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A Igreja
1. Sua naturezaNo Novo Testamento o termo igreja é usado para designar o povo de Deus na sua totalidade, ou só uma assembléia local. A igreja é uma comunidade fraterna das pessoas redimidas por Cristo Jesus, divinamente chamadas, divinamente criadas, e feitas uma só debaixo do governo soberano de Deus. A igreja como uma entidade local – um organismo presidido pelo Espírito Santo – é uma fraternidade de crentes em Jesus Cristo, que se batizaram e voluntariamente se uniram para o culto, estudo, a disciplina mútua, o serviço e a propagação do evangelho, no local da igreja e até os confins da terra. A igreja, no sentido lato, é a comunidade fraterna de pessoas redimidas por Cristo e tornadas uma só na família de Deus. A igreja, no sentido local, é a companhia fraterna de crentes batizados, voluntariamente unidos para o culto, desenvolvimento espiritual e serviço.2. Seus membrosA igreja, como uma entidade, é uma companhia de crentes regenerados e batizados que se associam num conceito de fé e fraternidade do evangelho. Propriamente, a pessoa qualifica-se para ser membro de igreja por ser nascida de Deus e aceitar voluntariamente o batismo. Ser membro de uma igreja local, para tais pessoas, é um privilégio santo e um dever sagrado. O simples fato de arrolar-se na lista de membros de uma igreja não torna a pessoa membro do corpo de Cristo. Cuidado extremo deve ser exercido a fim de que sejam aceitas como membros da igreja somente as pessoas que dêem evidências positivas de regeneração e verdadeira submissão a Cristo. Ser membro de igreja é um privilégio, dado exclusivamente a pessoas regeneradas que voluntariamente aceitam o batismo e se entregam ao discipulado fiel, segundo o preceito cristão.3. Suas ordenançasO batismo e a ceia do Senhor são as duas ordenanças da igreja. São símbolos, mas sua observância envolve fé, exame de consciência, discernimento, confissão, gratidão, comunhão e culto. O batismo é administrado pela igreja, sob a autoridade do Deus triúno, e sua forma é a imersão daquele que, pela fé, já recebeu a Jesus Cristo como Salvador e Senhor. Por esse ato o crente retrata a sua morte para o pecado e a sua ressurreição para uma vida nova. A ceia do Senhor, observada através dos símbolos do pão e do vinho, é um profundo esquadrinhamento do coração, uma grata lembrança de Jesus Cristo e sua morte vicária na cruz, uma abençoada segurança de sua volta e uma jubilosa comunhão com o Cristo vivo e seu povo. O batismo e a ceia do Senhor, as duas ordenanças da igreja, são símbolos da redenção, mas sua observância envolve realidades espirituais na experiência cristã.4. Seu governoO princípio governante para uma igreja local é a soberania de Jesus Cristo. A autonomia da igreja tem como fundamento o fato de que Cristo está sempre presente e é a cabeça da congregação do seu povo. A igreja, portanto, não pode sujeitar-se à autoridade de qualquer outra entidade religiosa. Sua autonomia, então, é válida somente quando exercida sob o domínio de Cristo. A democracia, o governo pela congregação, é forma certa somente à medida que, orientada pelo Espírito Santo, providencia e exige a participação consciente de cada um dos membros nas deliberações do trabalho da igreja. Nem a maioria, nem a minoria, tampouco a unanimidade, reflete necessariamente a vontade divina. Uma igreja é um corpo autônomo, sujeito unicamente a Cristo, sua cabeça. Seu governo democrático, no sentido próprio, reflete a igualdade e responsabilidade de todos os crentes, sob a autoridade de Cristo.5. Sua relação para com o estadoTanto a igreja como o estado são ordenados por Deus e responsáveis perante ele. Cada um é distinto; cada um tem um propósito divino; nenhum deve transgredir os direitos do outro. Devem permanecer separados, mas igualmente manter a devida relação entre si e para com Deus. Cabe ao estado o exercício da autoridade civil, a manutenção da ordem e a promoção do bem-estar público. A igreja é uma comunhão voluntária de cristãos, unidos sob o domínio de Cristo para o culto e serviço em seu nome. O estado não pode ignorar a soberania de Deus nem rejeitar suas leis como a base da ordem moral e da justiça social. Os cristãos devem aceitar suas responsabilidades de sustentar o estado e obedecer ao poder civil, de acordo com os princípios cristãos. O estado deve à igreja a proteção da lei e a liberdade plena, no exercício do seu ministério espiritual. A igreja deve ao estado o reforço moral e espiritual para a lei e a ordem, bem como a proclamação clara das verdades que fundamentam a justiça e a paz. A igreja tem a responsabilidade tanto de orar pelo estado quanto de declarar o juízo divino em relação ao governo, às responsabilidades de uma soberania autêntica e consciente, e aos direitos de todas as pessoas. A igreja deve praticar coerentemente os princípios que sustenta e que devem governar a relação entre ela e o estado. A igreja e o estado são constituídos por Deus e perante Ele responsáveis. Devem permanecer distintos, mas têm a obrigação do reconhecimento e reforço mútuos, no propósito de cumprir-se a função divina.6. Sua relação para com o mundoJesus Cristo veio ao mundo, mas não era do mundo. Ele orou não para que seu povo fosse tirado do mundo, mas que fosse liberto do mal. Sua igreja, portanto, tem a responsabilidade de permanecer no mundo, sem ser do mundo. A igreja e o cristão, individualmente, têm a obrigação de opor-se ao mal e trabalhar para a eliminação de tudo que corrompa e degrade a vida humana. A igreja deve tomar posição definida em relação à justiça e trabalhar fervorosamente pelo respeito mútuo, a fraternidade, a retidão, a paz, em todas as relações entre os homens, raças e nações. Ela trabalha confiante no cumprimento final do propósito divino no mundo. Esses ideais, que têm focalizado o testemunho distintivo dos batistas, choca-se com o momento atual do mundo e em crucial significação. As forças do mundo os desafiam. Certas tendências em nossas igrejas e denominação põem-nos em perigo. Se esses ideais servirem para inspirar os batistas, com o senso da missão digna da hora presente, deverão ser relacionados com a realidade dinâmica de todo o aspecto de nossa tarefa contínua. A igreja tem uma posição de responsabilidade no mundo; sua missão é para com o mundo; mas seu caráter e ministério são espirituais.
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A Nossa Tarefa Contínua
1. A centralidade do indivíduoOs batistas, historicamente, têm exaltado o valor do indivíduo, dando-lhe um lugar central no trabalho das igrejas e da denominação. Essa distinção, entretanto, está em perigo nestes dias de automatismo e pressões para o conformismo. Alertados para esses perigos, dentro das próprias fileiras, tanto quanto no mundo, os batistas devem preservar a integridade do indivíduo. O alto valor do indivíduo deve refletir-se nos serviços de culto, no trabalho evangelístico, nas obras missionárias, no ensino e treinamento da mordomia, em todo o programa de educação cristã. Os programas são justificados pelo que fazem pelos indivíduos por eles influenciados. Isso significa, entre outras coisas, que o indivíduo nunca deve ser usado como um meio, nunca deve ser manobrado, nem tratado como mera estatística. Esse ideal exige, antes, que seja dada primordial consideração ao indivíduo, na sua liberdade moral, nas suas necessidades urgentes e no seu valor perante Cristo. De consideração primordial na vida e no trabalho de nossas igrejas é o indivíduo, com seu valor, suas necessidades, sua liberdade moral, seu potencial perante Cristo.2. CultoO culto a Deus, pessoal ou coletivo, é a expressão mais elevada da fé e devoção cristã. É supremo tanto em privilégio quanto em dever. Os batistas enfrentam uma necessidade urgente de melhorar a qualidade do seu culto, a fim de experimentarem coletivamente uma renovação de fé, esperança e amor, como resultado da comunhão com o Deus supremo. O culto deve ser coerente com a natureza de Deus, na sua santidade: uma experiência, portanto, de adoração e confissão que se expressa com temor e humildade. O culto não é mera forma e ritual, mas uma experiência com o Deus vivo, através da meditação e da entrega pessoal. Não é simplesmente um serviço religioso, mas comunhão com Deus na realidade do louvor, na sinceridade do amor e na beleza da santidade. O culto torna-se significativo quando se combinam, com reverência e ordem, a inspiração da presença de Deus, a proclamação do evangelho, a liberdade e a atuação do Espírito. O resultado de tal culto será uma consciência mais profunda da santidade, majestade e graça de Deus, maior devoção e mais completa dedicação à vontade de Deus. O culto – que envolve uma experiência de comunhão com o Deus vivo e santo – exige uma apreciação maior sobre a reverência e a ordem, a confissão e a humildade, a consciência da santidade, majestade, graça e propósito de Deus.3. O ministério cristãoA igreja e todos os seus membros estão no mundo a fim de servir. Em certo sentido, cada filho de Deus é chamado como cristão. Há, entretanto, uma falta generalizada no sentido de negar o valor devido à natureza singular da chamada como vocação ao serviço de Cristo. Maior atenção neste ponto é especialmente necessária, em face da pressão que recebem os jovens competentes para a escolha de algum ramo das ciências e, ainda mais devido ao número decrescente daqueles que estão atendendo à chamada divina, para o serviço de Cristo. Os que são chamados pelo Senhor para o ministério cristão devem reconhecer que o fim da chamada é servir. São, no sentido especial, escravos de Cristo e seus ministros nas igrejas e junto ao povo. Devem exaltar suas responsabilidades, em vez de privilégios especiais. Suas funções distintas não visam à vanglória; antes, são meios de servir a Deus, à igreja e ao próximo. As igrejas são responsáveis perante Deus por aqueles que elas consagram ao seu ministério. Devem manter padrões elevados para aqueles que aspiram à consagração, quanto à experiência e ao caráter cristãos. Devem incentivar os chamados a procurarem o preparo adequado ao seu ministério. Cada cristão tem o dever de ministrar ou servir com abnegação completa; Deus, porém, na sua sabedoria, chama várias pessoas de um modo singular para dedicarem sua vida de tempo integral ao ministério relacionado com a obra da igreja.4. EvangelismoO evangelismo é a proclamação do juízo divino sobre o pecado, e das boas novas da graça divina em Jesus Cristo. É a resposta dos cristãos às pessoas na incidência do pecado, é a ordem de Cristo aos seus seguidores, a fim de que sejam suas testemunhas frente a todos os homens. O evangelismo declara que o evangelho, e unicamente o evangelho, é o poder de Deus para a salvação. A obra de evangelismo é básica na missão da igreja e no mister de cada cristão. O evangelismo, assim concebido, exige um fundamento teológico firme e uma ênfase perene nas doutrinas básicas da salvação. O evangelismo neotestamentário é a salvação por meio do evangelho e pelo poder do Espírito. Visa à salvação do homem todo; confronta os perdidos com o preço do discipulado e as exigências da soberania de Cristo; exalta a graça divina, a fé voluntária e a realidade da experiência de conversão. Convites feitos a pessoas não salvas nunca devem desvalorizar essa realidade imperativa. O uso de truques de psicologia das massas, os substitutivos da convicção e todos os esquemas vaidosos são pecados contra Deus e contra o indivíduo. O amor cristão, o destino dos pecadores e a força do pecado constituem uma urgência obrigatória. A norma de evangelismo exigida pelos tempos críticos dos nossos dias é o evangelismo pessoal e coletivo, o uso de métodos sãos e dignos, o testemunho de piedade pessoal e dum espírito semelhante ao de Cristo, a intercessão pela misericórdia e pelo poder de Deus, e a dependência completa do Espírito Santo. O evangelismo, que é básico no ministério da igreja e na vocação do crente, é a proclamação do juízo e da graça de Deus em Jesus Cristo e a chamada para aceitá-lo como Salvador e segui-lo como Senhor.5. MissõesMissões, como usamos o termo, é a extensão do propósito redentor de Deus através do evangelismo, da educação e do serviço cristão além das fronteiras da igreja local. As massas perdidas do mundo constituem um desafio comovedor para as igrejas cristãs. Uma vez que os batistas acreditam na liberdade e competência de cada um para as próprias decisões, nas questões religiosas, temos a responsabilidade perante Deus de assegurar a cada indivíduo o conhecimento e a oportunidade de fazer a decisão certa. Estamos sob a determinação divina, no sentido de proclamar o evangelho a toda a criatura. A urgência da situação atual do mundo, o apelo agressivo de crenças e ideologias exóticas, e nosso interesse pelos transviados exigem de nós dedicação máxima em pessoal e dinheiro, a fim de proclamar-se a redenção em Cristo, para o mundo todo. A cooperação nas missões mundiais é imperativa. Devemos utilizar os meios à nossa disposição, inclusive os de comunicação em massa, para dar o Evangelho de Cristo ao mundo. Não devemos depender exclusivamente de um grupo pequeno de missionários especialmente treinados e dedicados. Cada batista é um missionário, não importa o local onde mora ou posição que ocupa. Os atos pessoais ou de grupos, as atitudes em relação a outras nações, raças e religiões fazem parte do nosso testemunho favorável ou contrário a Cristo, o qual, em cada esfera e relação da vida, deve fortalecer nossa proclamação de que Jesus é o Senhor de todos. As missões procuram a extensão do propósito redentor de Deus em toda parte, através do evangelismo, da educação, e do serviço cristão e exige de nós dedicação máxima.6. MordomiaA mordomia cristã é o uso, sob a orientação divina, da vida, dos talentos, do tempo e dos bens materiais, na proclamação do Evangelho e na prática respectiva. No partilhar o Evangelho, a mordomia encontra seu significado mais elevado: ela é baseada no reconhecimento de que tudo o que temos e somos vem de Deus, como uma responsabilidade sagrada. Os bens materiais em si não são maus, nem bons. O amor ao dinheiro, e não o dinheiro em si, é a raiz de todas as espécies de males. Na mordomia cristã o dinheiro torna-se o meio para alcançar bens espirituais, tanto para a pessoa que dá, quanto para quem recebe. Aceito como encargo sagrado, o dinheiro torna-se não uma ameaça e sim uma oportunidade. Jesus preocupou-se em que o homem fosse liberto da tirania dos bens materiais e os empregasse para suprir tanto às necessidades próprias como as alheias. A responsabilidade da mordomia aplica-se não somente ao cristão como indivíduo, mas, também, a cada igreja local, cada convenção, cada agência da denominação. Aquilo que é confiado ao indivíduo ou à instituição não deve ser guardado nem gasto egoisticamente, mas empregado no serviço da humanidade e para a glória de Deus. A mordomia cristã concebe toda a vida como um encargo sagrado, confiado por Deus, e exige o emprego responsável de vida, tempo, talentos e bens – pessoal ou coletivamente – no serviço de Cristo.7. O ensino e treinamentoO ensino e treinamento são básicos na comissão de Cristo para os seus seguidores, constituindo um imperativo divino pela natureza da fé e experiência cristãs. Eles são necessários ao desenvolvimento de atitudes cristãs, à demonstração de virtudes cristãs, ao gozo de privilégios cristãos, ao cumprimento de responsabilidades cristãs, à realização da certeza cristã. Devem começar com o nascimento do homem e continuar através de sua vida toda. São funções do lar e da igreja, divinamente ordenadas. E constituem o caminho da maturidade cristã. Desde que a fé há de ser pessoal, e voluntária cada resposta à soberania de Cristo, o ensino e treinamento são necessários antecipadamente ao Discipulado Cristão, e a um testemunho vital. Este fato significa que a tarefa educacional da igreja deve ser o centro do programa. A prova do ministério do ensino e treinamento está no caráter semelhante ao de Cristo e na capacidade de enfrentar e resolver eficientemente os problemas sociais, morais e espirituais do mundo hodierno. Devemos treinar os indivíduos a fim de que possam conhecer a verdade que os liberta, experimentar o amor que os transforma em servos da humanidade, e alcançar a fé que lhes concede a esperança no reino de Deus. A natureza da fé e experiência cristãs e a natureza e necessidades das pessoas fazem do ensino e treinamento um imperativo.8. Educação cristãA fé e a razão aliam-se no conhecimento verdadeiro. A fé genuína procura compreensão e expressão inteligente. As escolas cristãs devem conservar a fé e a razão no equilíbrio próprio. Isto significa que não ficarão satisfeitas senão com os padrões acadêmicos elevados. Ao mesmo tempo, devem proporcionar um tipo distinto de educação – a educação infundida pelo espírito cristão, com a perspectiva cristã e dedicada aos valores cristãos. Nossas escolas cristãs têm a responsabilidade de treinar e inspirar homens e mulheres para a liderança eficiente, leiga e vocacional, em nossas igrejas e no mundo. As igrejas, por sua vez, têm a responsabilidade de sustentar condignamente todas as suas instituições educacionais. Os membros de igrejas devem ter interesse naqueles que ensinam em suas instituições, bem como naquilo que estes transmitem. Há limites para a liberdade acadêmica; deve ser admitido, entretanto, que os professores das nossas instituições tenham liberdade para erudição criadora, com o equilíbrio de um senso profundo de responsabilidade pessoal para com Deus, a verdade, a denominação, e as pessoas a quem servem. A educação cristã emerge da relação da fé e da razão e exige excelência e liberdade acadêmicas que são tanto reais quanto responsáveis.9. A autocríticaTanto a igreja local quanto a denominação, a fim de permanecerem sadias e florescentes, têm que aceitar a responsabilidade da autocrítica. Seria prejudicial às igrejas e à denominação se fosse negado ao indivíduo o direito de discordar, ou se fossem considerados nossos métodos ou técnicas como finais ou perfeitos. O trabalho de nossas igrejas e de nossa denominação precisa de frequente avaliação, a fim de evitar a esterilidade do tradicionalíssimo. Isso especialmente se torna necessário na área dos métodos, mas também se aplica aos princípios e práticas históricas em sua relação à vida contemporânea. Isso significa que nossas igrejas, instituições e agências devem defender e proteger o direito de o povo perguntar e criticar construtivamente. A autocrítica construtiva deve ser centralizada em problemas básicos e assim evitar os efeitos desintegrantes de acusações e recriminações. Criticar não significa deslealdade; a crítica pode resultar de um interesse profundo do bem-estar da denominação. Tal crítica visará ao desenvolvimento à maturidade cristã, tanto para o indivíduo quanto para a denominação. Todo grupo de cristãos, para conservar sua produtividade, terá que aceitar a responsabilidade da autocrítica construtiva. Como batistas, revendo o progresso realizado no decorrer dos anos, temos todos inteira razão de desvanecimento ante as evidências do favor de Deus sobre nós. Os batistas podem bem cantar com alegria, “Glória a Deus, grandes coisas Ele fez!” Podem eles também lembrar que aqueles aos quais foi dado o privilégio de gozar de tão alta herança, reconhecidos ao toque da graça, devem engrandecê-la com os seus próprios sacrifícios.
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